Fotos retratam dramas médicos de refugiados na África Central

Por BBC |

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Imagens da agência de refugiados da ONU mostram atendimentos a vítimas de conflitos na República Centro-Africana

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O fotógrafo americano Brian Sokol registrou, a serviço da ONU, o trabalho de agentes de saúde para tratar refugiados vítimas do confronto em áreas remotas na República Centro-Africana.

Muitos dos pacientes são vítimas de tiros e, apesar dos esforços dos médicos, têm de ser levados a centros hospitalares mais bem equipados.

Médicos na República Democrática do Congo têm ajudado a tratar pacientes fugindo de conflitos na vizinha Repúlica Centro-Africana, e o esforço foi fotográfado pelo fotógrafo americano Brian Sokol, a serviço da agência da ONU para refugiados (Acnur). " (O paciente) Jean de Dieu estava a caminho do mercado, em meados de janeiro, quando levou um tiro". Foto: UNHCR/Brian SokolSokol fotografou o momento em que Jean e outros pacientes foram levados à sala de cirurgia em Dula, cidade congolesa fronteiriça à beira do rio Oubangui. Jean é um pastor de 24 anos, "que havia fugido com a sua família dois meses antes e buscado refúgio em uma ilha do Oubangui"  . Foto: UNHCR/Brian SokolAcima, enfermeiros em Dula cuidam dos ferimentos de Jean. Mas os médicos não conseguiram encontrar a bala no corpo dele e, temendo por sua vida, pediram que ele fosse levado para um hospital com mais recursos. Foto: UNHCR/Brian SokolJean foi levado ao hospital por seu irmão mais velho, Antoine, ao centro médico em Dula. Foto: UNHCR/Brian SokolO médico Robert Anunu, da Acnur, foi quem ficou preocupado com o estado de saúde de Jean e pediu que ele fosse levado a outro hospital com mais bem equipado. Foto: UNHCR/Brian SokolA foto acima mostra a multidão aglomerada diante do centro médico em Dula, enquanto Jean era transportado para um hospital em Bili, na República Democrática do Congo . Foto: UNHCR/Brian SokolEstradas ruins dificultam o acesso aos serviços de saúde na remota região, bem como a outros serviços básicos. Foto: UNHCR/Brian SokolAgentes humanitários têm de cruzar uma ponte de vigas de madeira para chegar a um grupo de refugiados recém-chegados à região. Foto: UNHCR/Brian SokolJustine, de cerca de 30 anos, está em uma cama de hospital em Bili, na República Democrática do Congo. Ela e sua irmã mais nova foram feridas à tiros no país vizinho. Uma bala despedaçou sua tíbia e ela corre o risco de ter sua perna amputada. Foto: UNHCR/Brian SokolKasmir, 50 anos, chora enquanto os médicos tratam de uma ferida na perna de sua filha. "Quatro pessoas morreram", diz ele. Nós ficamos apenas feridos e continuamos a fugir pelo rio". Foto: UNHCR/Brian SokolJustine sente dor enquanto os médicos cuidam de sua perna. "Atiraram em mim", diz ela. "A bala passou pela minha perna e atingiu a minha irmã enquanto fugíamos" . Foto: UNHCR/Brian SokolAgentes de saúde e parentes de Justine ficaram preocupados com seu estado. Foto: UNHCR/Brian SokolJustine foi levada a Gbadolite, onde as instalações médicas são melhores, para continuar seu tratamento. Foto: UNHCR/Brian Sokol



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