Barry e Izzy Sim tiveram que trocar de voo na última hora e dizem que 'alguém lá em cima' não os deixou embarcar

BBC

Uma família que não conseguiu embarcar no voo MH17 da Malaysia Airlines contou como se sentiu ao saber do incidente que deixou quase 300 mortos na quinta-feira.

Hoje: Rebeldes permitirão acesso de investigadores à área de queda de avião

Barry e Izzy Sim trocou de voo e escapou da morte em voo que caiu na Ucrânia
BBC
Barry e Izzy Sim trocou de voo e escapou da morte em voo que caiu na Ucrânia

Quinta: Avião da Malásia cai na Ucrânia perto da fronteira russa

Barry e Izzy Sim foram informados no check-in do aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, que não havia assentos para os dois e seu bebê de colo. Eles foram então alocados em um voo da companhia aérea KLM, que decolaria algumas horas depois.

Assista ao vídeo com o depoimento:

Família escapou da morte por falta de assento no avião

"Eu fiquei com um frio no estômago e meu coração disparou" ao saber do fim do avião, disse Barry a jornalistas no saguão do aeroporto. "Era para a gente estar naquele voo", afirmou Izzy. "Obviamente tem alguém olhando por nós lá de cima e não nos deixou embarcar."

Sorte

A família se diz "fiel" à Malaysia Airlines e lamentou quando soube que teria de trocar de voo. "Mas agora eu estou tão feliz que vamos no voo da KLM", conta Izzy.

Autoridade dos EUA à rede CNN: Avião da Malásia foi abatido sobre a Ucrânia

Golpe: Tragédias aéreas raras dão histórico macabro à Malaysia Airlines

Quando perguntados se estavam com medo de voar, Barry respondeu: "Na minha opinião, um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar. Então eu acho que temos de entrar neste avião e continuar com a vida", afirmou o britânico, acrescentando que sua mulher não tem a mesma opinião.

"Provavelmente a última coisa que ela quer é voar, principalmente para Kuala Lampur", disse.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.