Após dizer que o Islã é um país, candidata renuncia à disputa na Austrália

Por BBC Brasil |

compartilhe

Tamanho do texto

Com a bandeira anti-imigração, Stephanie Banister cometeu sucessivas gafes e virou piada na imprensa local

BBC

Uma candidata a uma vaga no Parlamento australiano renunciou à disputa neste sábado (10) após a repercussão de uma desastrada entrevista a um canal de televisão.

EUA: Sarah Palin atrai críticas ao chamar Coreia do Norte de 'aliada'

Stephanie Banister, de 27 anos, disse a uma repórter que o Islã é um país e que os judeus seguem Jesus Cristo. "Eu não me oponho ao Islã enquanto país, mas eu acho que as suas leis não são bem-vindas aqui na Austrália", disse.

Em seguida, ela faou que os judeus seguem Jesus Cristo, e não o "haram" - equivocando-se com o nome do Corão, livro dos muçulmanos.

A principal plataforma de Stephanie em sua disputa no Estado de Queensland era o combate à imigração no país. Ela está respondendo a um processo na Justiça por ter mandado fazer adesivos que dizem que "os alimentos halal financiam o terrorismo".

O líder do One Nation, partido de Banister, disse que a jovem é inexperiente e não está preparada para lidar com o turbilhão de piadas que causou na imprensa australiana.

Assista ao vídeo:


Leia tudo sobre: austráliabanisterimigraçãojudeujesusislã

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas