Baterista do AC/DC é multado por posse de maconha na Nova Zelândia

Polícia encontrou a droga durante uma batida em uma festa organizada pelo baterista

EFE |

O baterista da banda de rock AC/DC, Phil Rudd, foi condenado por um tribunal da Nova Zelândia nesta quarta-feira a pagar uma multa pela posse de 27 gramas de maconha, o que pode causar-lhe problemas em turnês internacionais.

Rudd, de 56 anos, teve que pagar 250 dólares neozelandeses (US$ 185) por uma falta menor que, no entanto, pode prejudicar sua carreira ao vetar sua entrada em alguns países, indicou seu advogado à imprensa local.

"Não sou uma má pessoa", declarou o baterista australiano, cujo nome legal é Phillip Witschke. Seu advogado, Tuck Craig, assinalou que Rudd, que em 2009 ganhou US$ 296 milhões em suas excursões com o AC/DC, não tem antecedentes penais e nos últimos meses viajou a trabalho a pelo menos 20 países.

"Ele viaja muito ao redor do mundo e, com esta falta menor, terá problemas em sua carreira", assinalou Craig. A Polícia encontrou a droga em 7 de outubro durante uma batida em uma festa organizada por Rudd na cidade de Tauranga, na costa leste da ilha do Norte, para onde o baterista se mudou recentemente.

O advogado assinalou que Rudd está arrependido, assume as responsabilidades e contribuiu com milhões de dólares à comunidade de Tauranga.

A Polícia, no entanto, se negou a retirar as acusações e a juíza Robyn Paterson disse no julgamento que o integrante do AC/DC, dada sua idade e sua carreira internacional, deveria ter consciência dos riscos causados pelas drogas.

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