Ban pede restauração da paz na Faixa de Gaza

Nova York, 24 dez (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu hoje que se restaure a paz na Faixa de Gaza e solicitou a Israel a abertura das passagens fronteiriças para permitir entrega de ajuda humanitária à população civil do território palestino.

EFE |

A porta-voz da ONU Marie Okabe disse que Ban estava profundamente preocupado com "a possibilidade de registro de mais violência e maior sofrimento por parte da população civil" na Faixa.

Assegurou que o secretário-geral condena os recentes lançamentos de foguetes contra povoados israelenses próximos a Gaza e pede ao grupo islâmico Hamas que ponha fim a esse tipo de ataque.

O principal dirigente da ONU pretende que todas as partes envolvidas no conflito trabalhem para conseguir "a restauração imediata da paz e a melhora da situação humanitária na Faixa de Gaza, incluindo no transporte de provisões humanitárias", disse Okabe.

Nesse contexto, Ban também pediu que se respeite o direito internacional humanitário e reiterou a afirmação contida na declaração do último dia 15 do Quarteto para o Oriente Médio.

O grupo, integrado por Estados Unidos, Rússia, União Européia e ONU, disse que uma solução duradoura para a situação em Gaza somente pode ser obtida de forma pacífica.

Um palestino morreu hoje em Gaza em um ataque aéreo israelense contra plataformas de lançamento de foguetes e morteiros, depois que 100 projéteis foram disparados nas últimas 24 horas da faixa em direção a Israel.

Por causa do bombardeio em massa de foguetes, o Governo israelense decidiu que a fronteira com Gaza permaneceria fechada por mais um dia.

Fontes médicas de Gaza disseram à Agência Efe que o miliciano fazia parte de um comando que estava ao sul de Rafah e que, pouco antes, tinha disparado oito bombas contra a passagem fronteiriça de Kerem Shalom, na tríplice fronteira entre a Faixa, Israel e Egito.

Helicópteros israelenses detectaram os milicianos e fizeram um ataque aéreo, matando um deles e ferindo outros três, informaram as fontes. EFE jju/fr

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