decisão sobre Sudão pode criar problemas diplomáticos Editorial NYT: http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/07/15/editorial__presidente_do_sudao_e_acusado_de_genocidio_1442926.html target=_toppresidente do Sudão é acusado de genocídio Caio Blinder: http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2008/07/15/a_necessaria_missao_quixotesca_contra_o_genocidio_em_darfur_1442924.htmla necessária missão quixotesca contra o genocídio em Darfur" / decisão sobre Sudão pode criar problemas diplomáticos Editorial NYT: http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/07/15/editorial__presidente_do_sudao_e_acusado_de_genocidio_1442926.html target=_toppresidente do Sudão é acusado de genocídio Caio Blinder: http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2008/07/15/a_necessaria_missao_quixotesca_contra_o_genocidio_em_darfur_1442924.htmla necessária missão quixotesca contra o genocídio em Darfur" /

Ban pede para Sudão cooperar com a ONU

BERLIM - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu, nesta terça-feira, ao Sudão para cooperar plenamente com as Nações Unidas e afirmou que, para conseguir uma paz sustentável, é necessário que se faça justiça. Análise: http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2008/07/15/analise_decisao_sobre_sudao_pode_criar_problemas_diplomaticos_1443666.htmldecisão sobre Sudão pode criar problemas diplomáticos Editorial NYT: http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/07/15/editorial__presidente_do_sudao_e_acusado_de_genocidio_1442926.html target=_toppresidente do Sudão é acusado de genocídio Caio Blinder: http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2008/07/15/a_necessaria_missao_quixotesca_contra_o_genocidio_em_darfur_1442924.htmla necessária missão quixotesca contra o genocídio em Darfur

Redação com agências internacionais |

        Segundo estimativas, mais de 2,5 milhão se refugiaram em outros países

Ele se referiu, assim, em Berlim, às críticas originadas no país com a ordem de detenção decretada pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra o presidente sudanês, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, suspeito de ter cometido genocídio e crimes de guerra e de lesa-humanidade em Darfur.

Após se encontrar, na capital alemã, com a chanceler do país, Angela Merkel, Ban pediu à comunidade internacional para "respeitar a independência do tribunal".

O secretário-geral da ONU destacou o papel das 16 mil pessoas que desenvolvem trabalhos humanitários na zona -"e que prestam socorro a quatro milhões de deslocados"- e exigiu que o governo de Cartum vele por sua segurança.

A chefe do governo alemão elogiou a atitude de colaboração adotada pela ONU para resolver o conflito de Darfur e afirmou que a cooperação internacional na questão deve seguir sendo "tão intensa" quanto é agora.

Merkel destacou o papel mediador de Ban, que, em sua opinião, trouxe avanços em zonas de conflito como o Líbano e o Afeganistão, mas destacou que "ainda resta muito a fazer" e pediu ao secretário-geral que a ONU se envolva ainda mais no processo democrático de Mianmar (antiga Birmânia).

A missão mista da ONU e da União Africana (UA) em Darfur (Unamid) iniciou hoje a evacuação do pessoal civil não essencial, dentro das medidas de precaução adotadas depois que o TPI decretou a ordem de detenção contra Bashir e outras autoridades do governo.

"Desastre em formação"

No entanto, houve críticas à decisão do promotor-chefe por parte do ex-enviado especial americano para o Sudão Andrew Natsios.

Em um artigo intitulado "Um desastre em formação", publicado no site da organização Social Science Research Council, Natsios afirma: "Essa acusação poderá acabar com a última esperança de um acordo pacífico para o país".

AP
Bashir foi denunciado por promotor
"Sem um acordo político o Sudão poderá seguir o caminho da Somália, de Ruanda pré-genocídio ou da República Democrática do Congo: um potencial real para atrocidades e derramamento de sangue, à medida que aqueles no poder tentam mantê-lo a qualquer custo, dadas as alternativas. Um indiciamento de Bashir tornará muito mais difícil para qualquer país ou organização internacional ajudar a negociar um acordo político com o governo sudanês."

(*Com informações da agência EFE e da BBC)

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