Bagdá tem Ramadã menos sangrento dos últimos três anos

A província de Bagdá vive o Ramadã menos sangrento dos últimos três anos, embora os episódios de violência sejam mais numerosos do que nos meses precedentes, informou o comandante do Exército americano nessa área, general Jeffery Hammond, nesta sexta-feira.

AFP |

Nos primeiros 21 dias do mês do jejum muçulmano, foram registrados cerca de 60 ataques na província de Bagdá, contra 800, em 2006; e 500, em 2007, declarou Hammond, em entrevista coletiva.

"Ou seja, apenas uma média de 4,2 ataques por dia este ano", comemorou.

O general admitiu que setembro vive um "leve aumento da violência", mas "é o mês do Ramadã", tradicionalmente muito mais brutal do que os outros.

Hammond explicou a redução "pela crescente eficácia das forças de segurança iraquianas", que combatem os insurgentes junto com as tropas americanas e que, a cada dia, "recebem mais informações da população" sobre as atividades rebeldes.

O envio de tropas adicionais, a partir do início de 2007, as operações de grande envergadura contra os grupos armados xiitas e contra a Al-Qaeda e a aliança com grupos sunitas permitiram aos americanos reduzir a violência no Iraque até seu patamar mais baixo, em quatro anos.

"Apesar das vitórias que temos obtido, estamos longe de ter acabado", completou.

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