Aznar diz que história fará justiça a Bush

Paris, 14 nov (EFE).- O ex-presidente do Governo espanhol, José María Aznar, defende o presidente americano George W.

EFE |

Bush, em artigo de opinião publicado hoje pelo jornal francês "Le Figaro", no qual prevê que a história lhe fará justiça.

"Um líder político deve assumir suas responsabilidades" e conseguir que avancem as causas "nobres e justas", e essa é precisamente a missão que cumpriu George W. Bush, afirma Aznar em artigo com chamada na capa do jornal.

O ex-presidente espanhol se mostra convencido de que, ao contrário do que muitos opinam, "a história lhe (a Bush) fará justiça".

Na opinião de Aznar, Bush contribuiu para defender a causa da liberdade e "sua determinação e seu visão foram fundamentais" para a sobrevivência da liberdade em países que já gozavam dela e para estendê-la a outros lugares condenados "à tirania e à barbárie".

"Há menos ditadores assassinos e menos Governos em condição de proteger a terroristas", segundo Aznar, que destaca, além disso, que atualmente existe uma maior liberdade nos intercâmbios comerciais.

No 11 de setembro de 2001 aconteceu um "ataque brutal" contra a liberdade. O objetivo dos terroristas que lançaram esse ataque em Nova York e Washington "era e continua sendo aniquilar a liberdade", prossegue.

O fato de George W. Bush ceder o poder a seu sucessor sem que os Estados Unidos tenham voltado a sofrer um atentado semelhante, "é uma prova de sucesso", defende o ex-chefe do Executivo espanhol.

De acordo com Aznar, Bush centrou sua atividade política na defesa e na extensão da liberdade e este é o legado de seu mandato, e insiste em que o presidente americano optou por lutar pela causa mais importante.

Na hora de dizer adeus, "me parece honesto reconhecer que George W. Bush traçou a via que devemos seguir (...). Ele nos transmitiu sua melhor herança: a da liberdade", conclui. EFE pi/jp

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