Avó queniana de Obama pede proteção policial após assalto à sua casa

Johanesburgo, 11 set (EFE).- A avó queniana do candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu ontem à noite a proteção da Polícia local após alguns homens assaltarem sua casa e tentarem levar um painel solar instalado sobre seu telhado.

EFE |

Sarah Obama, de 86 anos e que mora no povoado de Siaya, no Quênia, declarou que, embora pareça que a suposta tentativa de roubo tenha sido um crime comum, a família não quer se arriscar.

"Não entendo o motivo dos ladrões, pois não levaram nada da minha cozinha", esclareceu a viúva do avô do senador americano, informou hoje o site do jornal queniano "Daily Nation".

"Os ladrões são pessoas que vivem por aqui e que acreditam que meu neto me mandou muito dinheiro", declarou antes de explicar que se surpreendeu ao se levantar e ver que a porta da cozinha estava aberta e que havia uma escada do lado de fora.

O chefe da Polícia de Siaya, Johnston Okasida, e o Comissário do Distrito, Boaz Cherutich, visitaram a casa da avó de Barack Obama e prometeram que aumentaria a vigilância com uma patrulha que percorreria as ruas da região durante as 24 horas do dia.

No mês passado, a família de Obama já pediu proteção, mas seus pedidos não foram atendidos, o que o levou a instalar arame farpado ao redor do terreno.

Sarah Obama foi a terceira mulher do avô de Barack Obama e, embora não tenha nenhum laço de sangue com ele, o candidato democrata se referiu a ela em várias oportunidades como sua avó.

Barack Obama, que nasceu nos EUA há 47 anos, quase não teve contato com pai biológico, que voltou ao Quênia quando o político ainda era um bebê. EFE hc/fal

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