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Autoridades negociam para libertar reféns colombianos no Iêmen

Ahur (Iêmen), 21 set (EFE) - Os dois reféns colombianos que estão seqüestrados desde sexta-feira passada estão bem de saúde, enquanto seguem as gestões de mediação para que possam ser libertados, disseram à Agência Efe fontes oficiais.

EFE |

Os engenheiros Héctor Marín e Rafael Ayala, assim como seu motorista e um intérprete, ambos iemenitas, foram seqüestrados por membros de uma tribo do centro do Iêmen na sexta-feira passada e, desde então, estão retidos em uma remota zona da província de Abya.

O lugar onde estão seqüestradores e reféns se encontra em uma área montanhosa abrupta situada entre as povoações de Ahur e Al Mahfad, 200 quilômetros ao leste do porto de Áden, o mais importante do Iêmen e em frente ao golfo de Áden.

As fontes disseram que representantes tribais da região iniciaram hoje uma nova rodada de negociações com os seqüestradores para conseguir, em breve, sua libertação.

A mediação é liderada por um dirigente tribal e os seqüestradores pertencem à tribo dos Al Kazem.

As fontes disseram que os mediadores receberam sábado à noite notícias dos seqüestradores que indicavam que os reféns estão bem e que estavam sendo bem tratados.

Na sexta-feira e no sábado houve duas rodadas de mediação, mas elas terminaram em um beco sem saída, por isso a Polícia e o Exército decidiram reforçar suas posições para cercar os seqüestradores.

Em troca de soltar os dois engenheiros colombianos, os seqüestradores exigem a libertação de um dos integrantes de sua tribo que foi detido há cinco meses em um choque com forças de segurança, que terminou com um agente e um civil mortos.

Embora a mediação siga aberta, as forças de segurança apertaram o cerco em torno do lugar onde estão os reféns. EFE ja/db

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