Autoridades negam que mexicano detido nos EUA seja chefe policial

México, 1 ago (EFE).- A Polícia Federal do México negou hoje que um dos mexicanos detidos esta semana em Los Angeles (Estados Unidos) sob a acusação de narcotráfico seja o diretor da Agência Federal de Investigações (AFI) da cidade de Mexicali.

EFE |

Os mexicanos Carlos Cedano Filippini, de 34 anos, e Víctor Manuel Juárez, de 36, foram detidos na quarta-feira, junto a outras duas pessoas, e identificados nos EUA, respectivamente, como diretor da AFI em Mexicali e agente da AFI.

Um porta-voz da Polícia Federal disse à agência Efe que Cedano Filippini recebeu baixa em 27 de julho, depois que não se apresentou para trabalhar.

"Ele foi demitido de seu cargo (de agente federal) por abandono de emprego", disse a fonte.

Sobre Víctor Manuel Juárez, o outro mexicano identificado em Washington como agente da AFI, a fonte da Polícia assinalou que "não tinha informações sobre ele".

Os outros dois detidos, cujas nacionalidades não foram especificadas, são Héctor Manuel López, de 33 anos, e Julisa López, de 35 anos.

Os quatro foram acusados de posse de dinheiro proveniente de tráfico de drogas, e podem ser condenados a quatro anos de prisão, segundo fontes judiciais americanas. EFE gt/gs

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