Autoridades investigam se Jardim Botânico de Buenos Aires funciona como cemitério ilegal

A justiça argentina determinou o fechamento do histórico Jardim Botânico de Buenos Aires para investigar denúncias de ex-funcionários sobre a suposta utilização do terreno como cemitério clandestino, informou neste sábado a imprensa local.

AFP |

A justiça ordenou o fechamento temporário do passeio público para a realização de perícias forenses no local. Dois ex-funcionários denunciaram a descoberta de ossadas e urnas com cinzas de cadáveres enterrados no Jardim Botânico.

Esses funcionários suspeitam que um "aluguel" em dinheiro era cobrado para permitir o depósito de restos humanos no Jardim, localizado no coração do elegante bairro de Palermo, uma das áreas mais exclusivas da capital argentina.

O governo da cidade ouviu o diretor do Jardim Botânico, Carlos Cosentino, e denunciou empregados pela suposta cobrança de dinheiro para a realização de filmagens e sessões fotográficas dentro do prédio, além da venda de equipamento considerado patrimônio histórico da cidade, segundo um comunicado.

A justiça determinou a prisão de dois funcionários por "administração fraudulenta e malversação de recursos públicos".

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