Autoridades investigam motivo de massacre no Alabama

WASHINGTON - As autoridades dos Estados Unidos ainda não descobriram as razões que levaram um homem a matar dez pessoas, entre elas sua mãe, antes de se suicidar no Alabama, na noite desta terça-feira.

Redação com agências internacionais |

AP

Homem observa marca de tiros em posto de gasolina

Clay King, prefeito da cidade de Samson, onde o massacre começou, disse à CNN que "ninguém tem ideia alguma de qual foi o motivo do crime". "A comunidade está em choque", disse.

O procurador do condado de Coffe, Gary McCaliley, disse que a polícia encontrou uma lista de pessas com as quais o assassino tinha desavenças, informaram fontes oficiais nesta quarta-feira.

"Acreditamos que ele queria matar algumas pessoas da fábrica Reliable Metal Products (onde trabalhou e se suicidou)", disse McAliley à rádio WKRG.

O autor do massacre, Michael McLendon, tinha cerca de 30 anos e já havia trabalhado na metalúrgica onde o ataque terminou. Na tarde de terça-feira, ele atirou em sua mãe, Lisa, na casa que os dois dividiam em Kinston, nas proximidades da divisa do Alabama com a Flórida. Posteriormente, ele incendiou o imóvel.

Depois, McLendon se transferiu à cidade de Samson, ao sudeste, onde matou a tiros quatro parentes (os avós e os tios) que estavam sentados na varanda de uma casa, assinalou o legista local, Max Motley.

Motley disse que também foram mortos a esposa e o filho de um comissário de polícia que estavam em uma casa do outro lado da mesma rua.

McLendon ainda matou um homem que estava em uma casa pré-fabricada na residência de seus familiares. Depois, se dirigiu ao sul pela rodovia estadual 52 e disparou pelo menos sete tiros no automóvel de um policial local, que ficou levemente ferido pelos vidros estilhaçados.

Um homem e uma mulher foram mortos a tiros por ele em um posto de gasolina e em uma loja junto à estrada. Em seguida, McLendon foi a uma metalúrgica na cidade de Geneva, sendo finalmente cercado pela polícia.

O porta-voz Steve Jarrett disse que McLendon disparou cerca de 30 tiros durante o cerco, ferindo o chefe policial Frankie Lindsey. "Em seguida, ele entrou na metalúrgica. Poucos minutos depois, os disparos foram ouvidos, e os policiais o encontraram morto", acrescentou.


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