Varsóvia, 6 jan (EFE).- A Procuradoria de Cracóvia emitiu hoje uma ordem de detenção europeia contra dois cidadãos suecos acusados de induzir ao roubo do letreiro Arbeit macht frei (O trabalho os liberta) do antigo campo de concentração nazista de Auschwitz.

A emissora de rádio "RMF FM" afirma que é um ex-dirigente neonazista de 35 anos e um emigrante iugoslavo com cidadania sueca de 40 anos, que teriam contatado na Suécia um dos poloneses detidos pelo roubo, que, por razões de trabalho, viajava com frequência ao país escandinavo.

Segundo a Procuradoria, os dois homens teriam sido os indutores do roubo, que aconteceu na madrugada de 18 de dezembro, mas, poucos dias depois, a Polícia polonesa localizou o letreiro escondido em uma casa de campo e deteve os cinco autores materiais do furto.

Os cinco ladrões, todos poloneses, são acusados de crime organizado, roubo e danos ao patrimônio universal da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), já que, após se apropriar da inscrição, a quebraram em três partes para facilitar o transporte e ocultação. EFE nt/an

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