Autoridades confirmam 28 mortos em acidente de avião no Sudão

Cartum - As autoridades sudanesas confirmaram hoje que pelo menos 28 pessoas morreram, outras 70 estão desaparecidas e cerca de 26 ficaram feridas no acidente no qual um avião da Sudan Airways se incendiou na noite de ontem, no aeroporto de Cartum.

EFE |

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O diretor da Polícia de Cartum, o tenente-coronel Mohamed Osman Mahjoub, explicou aos jornalistas que pelo menos 28 cadáveres foram retirados dos escombros do avião, enquanto 70 passageiros permanecem em paradeiro desconhecido.

Mahjoub assinalou que ainda não se sabe se os desaparecidos conseguiram sair do avião e ir para suas casas, sem entrar em contato com as autoridades, ou se permanecem entre os escombros do aparelho, que ficou totalmente carbonizado.

AP
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Equipes de resgate buscam por corpos
Os cadáveres foram transferidos ao necrotério do hospital de Cartum para serem identificados.

Por outro lado, a Autoridade Civil de Aviação sudanesa assinalou em comunicado que pelo menos 113 passageiros e dez membros da tripulação foram resgatados com vida.

Segundo essa fonte, 204 pessoas viajavam no avião, ao tempo que a tripulação era composta de 11 membros.

Por enquanto ainda não se sabem as causas do acidente, embora o presidente sudanês, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, tenha criado um comitê especial para investigar os motivos do acidente.

O aparelho procedia de Amã (Jordânia) e tinha feito escala no aeroporto sudanês de Porto Sudão, situado no Mar Vermelho, antes de dirigir-se para a capital sudanesa, onde as más condições meteorológicas atrasaram sua aterrissagem.

Segundo fontes do aeroporto de Cartum, o incêndio começou no motor da asa direita do avião, um Airbus, pouco depois da aterrissagem.

Uma vez que havia chegado em solo, a aeronave saiu da pista, que se encontrava molhada pela chuva, antes de deter-se, abrir as portas e estender as rampas de emergência.

Um sobrevivente do acidente, Kamal Edim Ibrahim, que escapou com sua mulher e seus dois filhos, disse à rede de televisão "Al Jazira", que quando se iniciou o incêndio, só havia uma porta de emergência aberta, pela qual todos os passageiros se precipitaram para tentar sair do aparelho.

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