Autópsia diz que desidratação matou Eluana

ROMA - A autópsia feita em Eluana Englaro, que permaneceu 17 anos em coma vegetativo, revelou que a italiana morreu de uma parada cardíaca após uma crise provocada por desidratação, informa nesta quarta-feira a imprensa na Itália.

EFE |

A autópsia foi feita ontem em Eluana, que morreu na segunda-feira depois que foi suspensa sua alimentação por desejo de sua família.

Segundo fontes médicas, os primeiros resultados mostram que a morte de Eluana foi compatível com o previsto no protocolo médico, elaborado de acordo com a Justiça de Milão, que permitiu a interrupção de sua alimentação.

A confirmação desses dados pode chegar hoje pelas mãos dos peritos e, mais tarde, após o exame toxicológico que foi feito no corpo da italiana.

O resultado desse último exame pode demorar até semanas para ser divulgado.

Durante a autópsia, os médicos recolheram amostras de tecido e de órgãos, incluindo do cérebro, para análise em laboratório.

A família Englaro enviou à autópsia seus próprios médicos. Está prevista para hoje uma primeira comparecimento dos especialistas na Procuradoria de Udine. 

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