Austríaca alega ter tido filho com John F. Kennedy

Viena, 23 mar (EFE).- Uma austríaca de 87 anos, que emigrou aos Estados Unidos em 1938, afirma ter tido um filho extramatrimonial com o presidente dos Estados Unidos John F.

EFE |

Kennedy, afirma o jornal vienês "Kurier".

Em sua edição de hoje, o periódico afirma que o suposto filho de Kennedy, chamado Antonio 'Tony' Bohler, de 63 anos e residente na Califórnia, está disposto a se submeter a exames de DNA para provar o parentesco com o presidente assassinado em 1963.

Sua mãe, Lisa Lanett, afirma ter conhecido o futuro presidente em 1944 em Phoenix, Arizona, onde John F. Kennedy prestava serviço militar durante a Segunda Guerra Mundial.

Os dois se apaixonaram e mantiveram uma relação durante vários meses.

"Viajamos para Miami e Nova York, e passamos um fim de semana juntos em Cuba. Na primavera de 1945, me dei conta de que estava grávida. Eu contei para John, e ele se prontificou a se casar comigo", conta a austríaca em entrevista ao "Kurier".

Lanett afirma ter recusado o pedido, pois não queria desistir da "vida maravilhosa" que levava.

A história de Lanett é ainda mais curiosa, já que ela alega ser de um ramo ilegítimo da família real austríaca de Habsburgo.

Tony trabalha hoje como marchand na Califórnia, e soube há pouco tempo que seu pai supostamente seria John F. Kennedy.

"Minha mãe sempre me disse que seu marido anterior Juan era meu pai. Eu sempre tive dúvidas, porque ele, sendo mexicano, parecia muito mexicano", conta o suposto filho do presidente americano.

Lanett, no entanto, nunca deu ao filho provas da paternidade de Kennedy.

Tony poderia se submeter a um exame de DNA, cujos resultados seriam comparados com o material genético de algum parente do presidente.

Isso parece bastante improvável, já que ninguém da família Kennedy teria interesse em um escândalo sobre um suposto descendente não reconhecido de JFK, afirma o jornal. EFE jk/db

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