Australiano é condenado à prisão por negar Holocausto

Sydney (Austrália) - O australiano Frederick Toben foi condenado hoje a três meses de prisão por negar repetidamente o Holocausto em textos publicados na internet e por possuir material revisionista.

EFE |

Toben, um historiador e professor aposentado de 64 anos, foi considerado culpado de desacato por descumprir em várias ocasiões a ordem judicial que lhe obrigava a deixar de insultar os judeus no portal do Instituto de Adelaide.

O juiz do Tribunal Federal da Austrália do Sul concluiu hoje que Toben descumpriu as ordens da corte ditadas em 2002 e em 2007 para que deixasse de violar a lei australiana contra a discriminação racial, ao se referir aos judeus que se ofendem com a negação do Holocausto como seres com "uma inteligência limitada".

Os advogados de Toben apelarão contra a sentença num prazo de duas semanas.

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