Ato em Jerusalém marca início do Dia da Memória em Israel

Sirenes marcaram nesta tarde, em Israel, o início do Yom Hazikaron ou Dia da Memória, em lembrança dos soldados israelenses mortos e das vítimas do terrorismo.

EFE |

O principal ato comemorativo aconteceu no fim do dia, no Muro das Lamentações, em Jerusalém, que contou com a participação do presidente do país, Shimon Peres, e do chefe do Estado-Maior, Gabi Ashkenazi.

Segundo os números do Ministério de Exteriores, 22.682 homens e mulheres morreram enquanto serviam o país desde 1860, quando os judeus se assentaram pela primeira vez fora da antiga cidade de Jerusalém.

Peres disse, em seu discurso, que "ainda há quem queira nos aniquilar e em sua liderança está o regime autocrático iraniano, que quer governar o Oriente Médio, silenciá-lo com armas letais e lançar uma campanha contra Israel".

"Uma ameaça à paz do povo judeu sempre leva consigo o perigo de se transformar em uma ameaça para o mundo civilizado em seu conjunto, para seu bem-estar e para seus valores", apontou.

O presidente assegurou que a coragem dos soldados "deu ao povo judeu a força para enfrentar todos os desafios, para não ter medo do inimigo, não parar de construir e não perder a fé na paz que virá".

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