Ativistas pró-voto rejeitam acusações de fraude

Uma associação que inscreveu 1,3 milhão de americanos para votar nas próximas eleições presidenciais negou nesta quarta-feira que esteja organizando uma fraude em massa, como denunciam membros da campanha do candidato republicano, John McCain.

AFP |

"A Associação de Organizações Comunitárias para a Reforma (Acorn, sigla em inglês) tem sido criticada por promover o registro de 1,3 milhão de novos eleitores, em todo o país".

"Nos surpreende que a campanha de McCain ataque a Acorn, que trabalha duro para registrar as minorias e os jovens, exatamente as mesmas pessoas cujos direitos a direita tenta suprimir há uma década".

A Acorn foi denunciada por irregularidades em uma dúzia de Estados e no condado da Flórida, as autoridades abriram uma investigação sobre 30 registros duvidosos.

No Estado de Nevada, vários escritórios da Acorn foram vistoriados após denúncias sobre 300 registros eleitorais ilegais.

A Associação, que reúne vários grupos de ativistas de direitos civis, afirma que os registros duvidosos foram denunciados pela própria organização.

"Acreditamos que estes ataques são parte de um esforço para desacreditar o registro de novos eleitores, o que poderá determinar o resultado da eleição presidencial".

Um porta-voz do Partido Republicano, Danny Diaz, chamou a Acorn de "grupo 'semicriminoso'".

jz/LR

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