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Ativistas pró-Tibete prometem surpresas na passagem da tocha em Buenos Aires

A tocha olímpica percorre nesta sexta-feira as ruas de Buenos Aires sob um rígido esquema de segurança, mas os ativistas pró-Tibete prometem surpresas durante o revezamento da chama.

AFP |

Cercada por batedores e sirenes, a tocha chegou à capital argentina na tarde de quinta-feira e foi levada sob total segurança do aeroporto de Ezeiza a um luxuoso hotel de Puerto Madero.

A previsão é de que o ex-jogador de futebol Diego Armando Maradona seja o primeiro a levá-la, mas se o ex-craque não aparecer, porque estava viajando para o exterior, será substituído por um campeão argentino de vela.

AP
GABI

Manifestantes carregam "tocha olímpica dos
Direitos Humanos" durante ato

Cerca de 80 atletas, entre eles o jogador brasileiro de vôlei de praia Emanuel e a ex-tenista argentina Gabriela Sabatini, vão levar a tocha por cerca de um minuto e meio cada um, em um percurso 13 quilômetros.

Segurança

"A segurança é tão rígida que nem mesmo nós sabemos onde ela está", afirmou nesta sexta-feira Francisco Irarrazával, subsecretário de Esportes.

Para proteger a chama olímpica, foram mobilizados 1.200 policiais e 1.500 seguranças das prefeitura, além de 3.000 voluntários.

Os ativistas pró-Tibete em Buenos Aires anunciaram sua intenção de não fazer ações diretas contra a tocha, mas prometeram 'atos surpresas e divertidos' ao longo do percurso.

"Interceptar a tocha em Buenos Aires é coisa de criança. Temos o poder de causar danos, mas não vamos usá-lo", vangloriou-se Jorge Carcavallo, da organização Free Tíbet.

A organização Revezamento Mundial da Tocha dos Direitos Humanos convocou uma contramarcha para realizar seu protesto e entregar, ao fim da manifestação, sua tocha ao secretário de Direitos Humanos Eduardo Luis Duhalde, na Casa Rosada.

Protestos

O Comitê Olímpico Internacional (COI), por sua vez, declarou acreditar que o pior já passou no que diz respeito aos incidentes em torno da tocha olímpica, segundo o porta-voz do organismo, Giselle Davies.

"Os organizadores explicaram hoje (sexta-feira) que reforçarão seu trabalho para minimizar qualquer risco potencial que possa acontecer nas próximas etapas", explicou Davies, depois que o COI recebeu garantias do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Pequim (8-24 de agosto).

"Não foi nada particular, simplesmente se tratava de reassegurar à comissão executiva que tudo está sob controle. E nós temos confiança", acrescentou.

A comissão executiva concluiu nesta sexta-feira uma reunião de dois dias em Pequim.


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