Ativista é morto após criticar presidente das Filipinas

Manila, 11 jun (EFE).- Um ativista de esquerda foi assassinado na região central das Filipinas horas depois de ter criticado em discurso a presidente Gloria Macapagal Arroyo, informou hoje a Polícia.

EFE |

Fermin Lorico, líder de uma pequena organização que defende os direitos dos camponeses, foi morto nesta quarta-feira a tiros por vários desconhecidos na cidade de Dumaguete, 650 quilômetros ao sudeste da capital.

O sindicalista tinha participado de um dos atos de protesto convocados em todo o país para rejeitar os planos de reforma da Constituição que permitiria que Arroyo tentasse a reeleição.

Durante a manifestação, Lorico acusou a presidente e seus aliados de estar conspirando para se agarrar a seus "tronos".

Segundo os grupos de direitos humanos, desde que Arroyo chegou ao poder, em janeiro de 2001, passou a ser comum a morte de pessoas que criticam os políticos mais poderosos das Filipinas. EFE csm/mh

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