Atirador do Museu do Holocausto em Washington comparece ante a justiça

James Von Brunn, o americano de 89 anos que, em junho passado, matou um agente de segurança no Museu do Holocausto de Washington, pediu nesta quarta-feira um julgamento rápido durante seu primeiro comparecimento ante um tribunal.

AFP |

Von Brunn se apresentou pela primeira vez publicamente em uma cadeira de rodas e ouviu as acusações, algumas das quais passíveis de pena de morte, de maneira indiferente.

O advogado de Von Brunn, A.J. Kramer, pediu um exame de competência para determinar se seu cliente está apto a comparecer ante um júri.

Von Brunn, suspeito de pertencer a um grupo de supremacia branca, abriu fogo com um rifle no Museu do Holocausto, matando um guarda.

Nos anos 80, ele já havia sido condenado por tentar sequestrar os dirigentes do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, para protestar contra a recessão da era Reagan e as altas taxas dos juros americano.

Ele também teria denunciado na internet que o Holocausto foi uma farsa e que haveria uma conspiração judaica para "destruir os genes dos brancos".

lum/cn

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