Atirador de universidade dos EUA tinha mulher como alvo e alinhou vítimas

Segundo polícia, suposto autor de ataques era coreano e estava irritado com comentários maldosos sobre pouca fluência em inglês

iG São Paulo |

O suspeito de um ataque a tiros em uma universidade de Oakland, nos EUA, tinha uma mulher como alvo e alinhou suas vítimas antes de atirar, informou a polícia nesta terça-feira. O suposto atirador, que foi preso e identificado como One L. Goh , um coreano de 43 anos, era ex-aluno da instituição e estava irritado com comentários maldosos e provocações sobre sua pouca fluência em inglês.

De acordo com o chefe da polícia de Oakland, Howard Jordan, o coreano foi expulso da escola supostamente por problemas de comportamento. Quando invadiu a Universidade de Oykos, uma instituição privada que oferece cursos de enfermagem, religião e música, ele procurava uma mulher que trabalha como administradora, e que não estava no local.

Leia também: Polícia identifica suposto atirador de universidade nos EUA

AP
Corpo é visto em frente à Universidade Oikos, em Oakland, onde ataque a tiros deixou sete mortos (02/04)

“Ele é um homem caótico, calculista e determinado que entrou no local com o objetivo de matar. Ele percorreu o prédio todo atirando”, afirmou Jordan ao programa Good Morning America, da rede americana ABC.

De acordo com Jordan, o atirador forçou uma secretária a entrar em uma sala de aula e exigiu que todos fizessem uma fila e ficassem virados para a parede. Quando mostrou sua arma, os estudantes começaram a correr e ele atirou.

O ataque deixou sete mortos – seis alunos e a secretária, todos com idade entre 21 e 40 anos. Outras três pessoas ficaram feridas: uma já foi liberada e duas passam bem, mas ainda estão internadas.

De acordo com Jordan, o suposto atirador era provocado pelos colegas. “Eles o desrespeitavam, riam dele por causa do pouco conhecimento em inglês”, contou. “Ele se sentia isolado.”

“A polícia encontrou vítimas por todo o prédio”, afirmou. “Muitos alunos se esconderam em salas com as portas trancadas. Tivemos de arrombá-las para resgatá-los.”

Com AP

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