Atentados e assassinatos deixam saldo de um militar e dois civis mortos

Bangcoc, 17 abr (EFE).- Atentados e assassinatos no sul da Tailândia deixaram um saldo de um militar e dois civis mortos, um deles decapitado, em meio a uma onda de violência na qual mais de três mil pessoas perderam a vida desde que o movimento separatista islâmico retomou a luta armada em 2004.

EFE |

Na província de Yala, cerca de cinco quilos de explosivos foram detonados em uma estrada durante a passagem de uma patrulha militar que realizava uma operação contra insurgentes.

O sargento Wichai Wongphet ficou gravemente ferido neste atentado e morreu quando ia para o hospital.

Duas horas mais tarde, uma segunda bomba explodiu em outro distrito de Yala sem deixar vítimas.

Já na vizinha província de Pattani, o camponês Prayuk Chunting foi assassinado após receber um tiro quando viajava de moto, próximo de um local no qual, momentos antes, as forças de segurança encontraram a cabeça de um camponês de 30 anos em uma bolsa abandonada em uma calçada.

Além disso, dois voluntários ficaram feridos na mesma região após a explosão de uma bomba detonada por telefone celular.

Os ataques com armas leves, assassinatos e atentados com bomba acontecem diariamente em Narathiwat, Pattani e Yala, de maioria muçulmana, apesar do envio de 31 mil agentes das forças de segurança e da declaração do Estado de exceção.

O ministro do Interior tailandês, Chalerm Yoobamrung, estuda conceder um estatuto autônomo a estas províncias para sufocar o conflito. EFE fmg/fal

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