Ataques no Iêmen matam 45 supostos militantes da Al Qaeda

Fontes tribais contaram que os ataques foram feitos por aviões não tripulados norte-americanos

Reuters |

Ataques aéreos norte-americanos mataram pelo menos 25 combatentes ligados à Al Qaeda, incluindo um de seus líderes, enquanto outro ataque da força aérea iemenita matou mais 20, no sul do país, disseram fontes neste sábado, na maior ofensiva aérea desde que o novo presidente do Iêmen assumiu o poder.

Militantes expandiram suas operações no sul do Iêmen durante os meses de tumulto que paralisaram o país e acabaram por depor o ex-presidente Ali Abdullah Saleh, que foi substituído depois de uma eleição em fevereiro por Abd-Rabbu Mansour Hadi.

Saiba mais: Número de mortos em ataque da Al-Qaeda no Iêmen aumenta

Moradores de Jaar, uma cidade do sul tomada pelos militantes em março do ano passado, disseram que a força aérea do Iêmen matou 20 pessoas ligadas à Al Qaeda que estavam numa base militar que tinham tomado do governo na semana passada.

No entanto, um porta-voz da Ansar al-Sharia (Partidários da Lei Islâmica) negou que seus combatentes tenham morrido durante a operação, que também destruiu armas e equipamentos militares.

"Ninguém morreu durante o ataque aéreo", ele disse à Reuters, por telefone.

EFE
Imagem de arquivo mostra integrantes da Al-Qaeda no Iêmen

Em um incidente separado, uma fonte do governo disse que o número de militantes mortos durante um ataque aéreo na sexta-feira em Bayda, a cerca de 276 quilômetros sudeste da capital Sanaa, subiu para 25. Um líder local da Al Qaeda, Hadaar al-Homaiqani, estava entre os combatentes islamistas mortos, ele disse.

Fontes tribais contaram que os ataques em Bayda foram feitos por aviões não tripulados norte-americanos, mas não foi possível confirmar a informação de forma independente. Os Estados Unidos, trabalhando em conjunto com as autoridades iemenitas, têm usado essas aeronaves repetidamente para atacar militantes.

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