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Assessora da Presidência síria confirma morte de chefe militar

Damasco, 6 ago (EFE) - Uma fonte oficial síria confirmou hoje pela primeira vez o assassinato, na semana passada, do general Mohammed Suleiman, conselheiro de segurança do presidente Bashar al-Assad, e anunciou que as autoridades de Damasco estão investigando o crime. O general Mohamad Suleiman foi assassinado. Começaram as investigações para saber quem cometeu este crime atroz, afirmou a assessora política e de informação da Presidência síria, Butheina Shaaban.

EFE |

Suleiman era considerado um íntimo colaborador do presidente sírio. Shaaban, em declarações aos jornalistas, evitou dar mais detalhes sobre o assassinato, que foi anunciado na segunda-feira pela imprensa árabe.

O periódico saudita editado em Londres "Asharq al-Awsat", assim como sites de oposição sírios, asseguram que Suleiman morreu por disparos de um franco-atirador no sábado, na cidade de Tartus.

Segundo os relatos, o chefe militar foi morto em uma praça de Tartus por um desconhecido que estava em um iate.

O periódico saudita, citando fontes sírias não identificadas, assinalou na segunda-feira que Suleiman, além de ser o encarregado do financiamento e da provisão de armas do Exército, era o responsável pelas relações entre Síria e o grupo xiita Hisbolá. EFE gb/db

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