Washington, 21 mai (EFE) - Mark McKinnon, principal assessor de imprensa e publicidade do candidato presidencial republicano, John McCain, apresentou sua renúncia por alegar que não queria fazer parte de uma potencial campanha contra o senador democrata Barack Obama. A saída de McKinnon, citada hoje pela imprensa local e que aconteceu no final de terça-feira à noite, responde a uma promessa feita pelo assessor, que disse no ano passado que não trabalharia contra Obama. O senador por Illinois se encontra a um passo de conseguir a candidatura presidencial democrata após obter na noite de terça a maioria de delegados eleitos nas urnas no processo de primárias. A retirada de McKinnon se soma à de outros cinco assessores de McCain nos últimos dias, que foram forçados a renunciar pelo trabalho realizado fora da campanha para grupos de pressão e Governos estrangeiros e que criava conflitos de interesse. McKinnon assegurou em junho do ano passado que a campanha à Presidência de Obama enviaria uma fabulosa mensagem ao país e ao mundo. Em sua entrevista em 2007 à agência Cox News Service, ele disse ter diferenças com Obama principalmente no que diz respeito ao Iraque e destacou que acreditava que McCain estava mais bem preparado para a Presidência por suas posições em temas de segurança nacional. No entanto, afirmou que não trabalharia contra a candidatura de Obama. O jornal The New York Times informa hoje que McKinnon disse a amigos e a alguns jor...

O "NY Times" diz que McKinnon, que vive no Texas, é uma figura diferente dentro da política republicana.

O ex-assessor de McCain trabalhou durante grande parte de sua carreira para políticos democratas, mas mudou de lado em 2000 para trabalhar na campanha do atual presidente americano, George W. Bush, a quem assessorou também em sua reeleição, em 2004. EFE tb/db

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