Assembléia Geral da ONU reafirma compromisso na luta contra o terrorismo

Nova York, 5 set (EFE).- A Assembléia Geral da ONU concluiu hoje uma reunião plenária de dois dias na qual os Estados-membros condenaram o terrorismo em todas suas formas e reafirmaram seu compromisso em aplicar a chamada Estratégia Global Antiterrorista, aprovada em 2006.

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Desde ontem, quando começou a reunião, mais de cem países expuseram algumas das iniciativas que tomaram nos dois últimos anos, atendendo à estratégia contra o terrorismo.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, inaugurou a reunião dando conta das ações empreendidas dentro do sistema da organização para combater o terrorismo.

Além disso, encorajou os Estados a intensificar seus esforços para a aplicação da estratégia global em todos os seus âmbitos.

Os 192 países que compõem a Assembléia Geral aprovaram hoje, por unanimidade, uma resolução proposta pelo presidente da 62ª sessão, Srgjan Kerim, a partir da qual renovaram "seu compromisso inquebrantável de estreitar a cooperação internacional para prevenir e combater o terrorismo".

Também reiteram sua "enérgica condenação ao terrorismo em todas as suas formas e manifestações, independentemente de quem o cometer, onde e com que propósitos, pois constitui uma das ameaças mais graves à paz e à segurança internacionais".

Além disso, reconhecem que as medidas adotadas na luta contra o terrorismo "devem ser adequar plenamente" ao direito internacional e, em particular, aos direitos humanos, aos direitos dos refugiados e ao direito humanitário internacional.

O texto também encoraja as ONGs e a sociedade civil "a se envolverem" nos esforços para aumentar a aplicação da estratégia antiterrorista da ONU.

Durante uma entrevista coletiva, Kerim disse que implementar a Estratégia Global Antiterrorista foi uma de suas prioridades neste período de sessões.

Acrescentou que, com a adoção dessa iniciativa há dois anos, a Assembléia "foi capaz de ficar acima de diferenças políticas e intermináveis debates, e chegar a um acordo sobre o que é necessário e se pode fazer". EFE vm/sc

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