Assembléia Geral da ONU confirma nova chefe de direitos humanos

Por Louis Charbonneau NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou na segunda-feira, por unanimidade, a sul-africana Navanethem Pillay como chefe da área de direitos humanos enquanto grupos ativistas pediam que a nova autoridade fosse rigorosa.

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Pillay, que ficará no lugar da canadense Louise Arbour, é juíza no Tribunal Penal Internacional em Haia.

O cargo de alto comissário é um dos mais importantes da ONU e um dos mais controversos. A sul-africana toma posse no dia 1o de setembro.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, recebeu com satisfação a confirmação do nome de Pillay pela Assembléia Geral, que representa todos os 192 países-membros da entidade.

'O secretário-geral está determinado a oferecer à alta comissária total apoio, incluindo maiores recursos financeiros e humanos', afirmou uma porta-voz de Ban em um comunicado.

Arbour disse em março que não tentaria obter um segundo mandato como alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

No cargo de advogada, Pillay defendeu ativistas anti-apartheid na África do Sul, entre os quais Nelson Mandela.

Filha de um motorista de ônibus, Pillay cresceu em um bairro pobre de moradores indianos em Durban. Ela nasceu em 1941 e, na qualidade de membro da minoria tâmil da África do Sul, foi alvo de discriminação racial.

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