Assembléia do Alasca convoca marido de Palin a depor

Por Yereth Rosen ANCHORAGE, Estados Unidos (Reuters) - Parlamentares do Estado do Alasca decidiram na sexta-feira colher depoimentos do marido da governadora Sarah Palin e de 12 outras pessoas ligada a ela. Palin, candidata a vice-presidente dos EUA, é suspeita de cometer abuso de poder para afastar um policial que tinha atritos com sua família.

Reuters |

Uma CPI na Assembléia avalia se o comissário de segurança pública Walt Monegan foi demitido em represália por sua recusa em demitir o policial Mike Wooten, envolvido num divórcio litigioso e numa disputa por custódia de filhos com a irmã da governadora.

Uma comissão aprovou por 3-2 a convocação de 13 depoentes, inclusive Todd Palin. A empresa telefônica local será intimada a apresentar registros de telefonemas feitos por um assessor dela.

A convocação foi feita por recomendação de Steve Branchflower, ex-promotor contratado pela Assembléia para investigar a demissão de Monegan. Ele disse que não seria necessário intimar a própria governadora, pois estava confiante de que ela compareceria espontaneamente para prestar esclarecimentos.

Há cerca de três meses, Palin prometeu cooperar com a CPI, mas depois da indicação dela a vice-presidente vários assessores se recusaram a prestar depoimento a Branchflower.

Advogados de Palin e do governo estadual recentemente contestaram a legalidade da investigação.

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG