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Assembleia da OEA é oportunidade para EUA mudarem política, diz Granma

Havana, 1º jun (EFE).- A Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) que começa amanhã em Honduras é uma oportunidade para que o Governo do presidente americano, Barack Obama, retifique sua política para a América Latina, e em particular em relação a Cuba, assegura hoje o jornal cubano Granma.

EFE |

"Não se trata de analisar se Cuba deve ou não entrar na OEA, mas de reparar uma injustiça histórica", diz um artigo da publicação, que é do Partido Comunista de Cuba.

"É hora de passar das palavras aos fatos e deixar de lado a retórica anticubana. Não existem razões para que os Estados Unidos mantenham o bloqueio e não restabeleçam suas relações com a ilha", acrescenta o "Granma".

O artigo, intitulado "O 'futuro' da OEA se parece com o passado", lembra que o presidente cubano, general Raúl Castro, e seu irmão e antecessor, o líder Fidel Castro, reiteraram nos últimos meses que o Governo de Havana jamais voltará ao organismo, que suspendeu Cuba em 1962.

Fidel Castro escreveu em uma recente coluna que respeita os Governos dos países amigos que solicitaram o retorno de Cuba à OEA, mas declarou que a ilha não deseja fazê-lo.

"Talvez amanhã, na 39ª Assembleia Geral em Honduras, seja eliminada a resolução de 1962 como um ato de reivindicação aos povos latino-americanos e caribenhos. No entanto, existem pressões para boicotar essa iniciativa", diz o "Granma".

"Aconteça o que acontecer nesta Assembleia de San Pedro Sula (Honduras), Cuba mantém sua decisão e se sustenta na história", conclui o artigo. EFE am/bba

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