Assassinos de dirigente do Hamas em Dubai usaram celulares austríacos

VIENA - Os assassinos de Mahmoud al-Mabhuh, o líder do movimento islâmico Hamas assassinado em Dubai no mês passado, comunicaram-se por meio de celulares com chips da companhia austríaca T-Mobile, informa nesta quarta-feira a revista profil, de Viena, em sua edição eletrônica.

EFE |

Segundo fontes do Ministério do Interior austríaco, o comando utilizou sete telefones celulares com números austríacos. As autoridades da Áustria iniciaram uma investigação sobre a origem desses chips.

AP
Integrantes do Hamas mostram cartaz com o líder morto

Integrantes do Hamas carregam cartaz com imagem de líder morto



A T-Mobile austríaca, uma filial da T-Mobile alemã, não comentou o assunto, acrescentou a "profil".

Os terroristas do atentado de Mumbai (Índia), em novembro de 2008, também usaram um telefone com um chip de uma operadora austríaca.

O assassinato de Mabhuh teve grande repercussão internacional. Os responsáveis pelo crime, dez homens e uma mulher, usavam passaportes falsos, seis deles do Reino Unido e três da Irlanda.

O governo britânico anunciou uma "investigação a fundo" sobre o uso de passaportes britânicos falsos por parte dos supostos autores do assassinato , enquanto Israel rejeitou as acusações de que seu serviço de inteligência, o Mossad, esteja por trás da morte de Mabhuh.

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