Nova York, 11 ago (EFE).- Mark David Chapman, o assassino do músico britânico John Lennon, recebe uma vez ao ano visitas conjugais da mulher na prisão de segurança máxima de Attica, no estado de Nova York, revela hoje o jornal Daily News.

O periódico informa que Chapman recebe uma média de uma visita conjugal ao ano de sua mulher, Gloria Hiroko Chapman, que vive no Havaí, embora, em algumas ocasiões, essa periodicidade aumente.

O assassino de John Lennon tem acesso, desde 1992, a um programa da prisão de Attica para favorecer o contato entre presos e parentes, o que lhe dá direito a passar 44 horas seguidas com sua esposa em um módulo individual, sem câmeras nem guardas, especifica este jornal.

O preso comparecerá esta semana perante a Junta de Liberdade Condicional de Nova York, que decidirá se concede ou não a liberdade condicional a Chapman, segundo confirmou à Agência Efe uma porta-voz desta instituição.

Chapman, de 53 anos, foi condenado a 20 anos e prisão perpétua por um crime de assassinato em segundo grau, após matar o ex-membro do grupo britânico "The Beatles" em dezembro de 1980, às portas do edifício Dakota contra o Central Park de Nova York.

Ao assassino, que está preso em uma unidade especial da prisão de Attica e separado do resto dos internos por sua própria segurança, foi negada a liberdade condicional em quatro ocasiões, desde que pediu pela primeira vez, em 2000.

A Junta de Liberdade Condicional de Nova York recebeu 50 cartas e um pedido com mil assinaturas contra que se conceda a Chapman a liberdade condicional e só três escritos a favor, segundo o "Daily News". EFE bj/db

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