Asean pede libertação imediata de Suu Kyi

Bangcoc, 19 mai (EFE).- A Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) pediu hoje à Junta Militar de Mianmar (antiga Birmânia) a libertação imediata da líder da oposição e Nobel da Paz Aung San Suu Kyi, detida na quinta-feira passada para ser julgada por um tribunal especial por descumprir a prisão domiciliar.

EFE |

"O Governo da União de Mianmar deve lembrar que os líderes da Asean fizeram um pedido pela libertação imediata de Aung San Suu Kyi", indicou a organização regional por meio de um comunicado.

Suu Kyi, de 63 anos e com um estado de saúde delicado, é julgada desde a segunda-feira passada no presídio de segurança máxima de Insein, nos arredores de Yangun, por descumprir a prisão domiciliar que as autoridades lhe impuseram há seis anos por ativismo político.

A líder da Liga Nacional pela Democracia (LND) é acusada de receber na casa onde vive confinada o americano John Willian Yettaw, que, segundo a oposição, foi no começo de maio à residência após burlar a vigilância policial.

Mianmar, que é membro da Asean, ignorou até o momento todos os protestos realizados durante os últimos anos pelo grupo regional para que liberte a líder do movimento democrático.

A Asean é formada também por Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã. EFE grc/mh

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