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Argentina parabeniza Bolívia por referendo que ratifica autoridades

Buenos Aires, 11 ago (EFE).- A Argentina parabenizou hoje o Governo da Bolívia pela realização do referendo realizado no último domingo no país e cujos resultados ratificam a legitimidade das autoridades eleitas democraticamente.

EFE |

"Esta consulta eleitoral é um brilhante exemplo do comportamento cívico da cidadania boliviana na busca pelo fortalecimento de suas instituições democráticas e pela consolidação do estado de direito", disse a Chancelaria argentina em comunicado.

O presidente boliviano, Evo Morales, foi ratificado neste domingo com um amplo apoio no referendo, enquanto dois governadores opositores e um governista foram revogados, de acordo com as pesquisas boca-de-urna.

"Esta consulta constitui um passo relevante rumo à superação da situação que o país irmão atravessa e contribui para a pacificação da sociedade boliviana e para a preservação da integridade territorial da Bolívia", diz o comunicado.

A Chancelaria também expressou sua "mais firme disposição para continuar contribuindo com o fortalecimento da democracia boliviana" e felicitou o país por sua "vontade de avançar na construção de uma sociedade com maior democracia, pluralidade e crescente justiça social".

A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, expressou na semana passada seu "apoio mais enfático às instituições democráticas e à institucionalização na irmã República da Bolívia", após ser obrigada a suspender uma visita ao país em virtude de incidentes ocorridos no mesmo.

Já a comunidade boliviana na Argentina reivindicou este domingo, através de "votação simbólica", a possibilidade de que bolivianos que moram no exterior também possam exercer o direito ao voto.

Os bolivianos foram às urnas para decidir, em um referendo inédito no país, a continuidade ou a revogação do mandato do presidente Morales, de seu vice-presidente e de oito dos nove governadores regionais.

Com esta consulta, a Bolívia tenta uma saída para sua complexa crise política na qual o projeto constitucional de Morales enfrenta o plano autonomista empreendido por governadores opositores de quatro departamentos (estados). EFE ms/fh/fal

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