Argentina extradita seis paraguaios envolvidos no assassinato de Cecilia Cubas

A Argentina extraditará para Assunção seis camponeses paraguaios, acusados do assassinato de Cecilia Cubas, filha do ex-presidente Raúl Cubas (1998-1999), e que estão em greve de fome há 67 dias para exigir asilo político, anunciou nesta terça-feira a Corte Suprema.

AFP |

Cecilia Cubas, foi seqüestrada em setembro de 2004 e seu cadáver foi encontrado em 17 de Fevereiro de 2005, na localidade de Nemby, próxima à capital, Assunção.

A família pagou cerca de 300 mil dólares pela libertação de Cecilia em novembro de 2004.

Raúl Cubas governou o país entre agosto de 1998 e março de 1999, quando renunciou em meio a uma revolta popular.

A descoberta do corpo de Cecilia aconteceu dois dias após a Procuradoria vincular Osmar Martínez, de um setor dissidente do minoritário partido de esquerda Pátria Querida, com Rodrigo Granda, conhecido como o chanceler das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Martínez, principal suspeito do seqüestro e detido junto com vários militantes das Farc, trocou e-mail com Granda para pedir assessoria nas negociações com a família, segundo a Procuradoria.

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