Argentina estuda aumentar efetivos na missão da ONU no Haiti

Buenos Aires, 27 jan (EFE).- A Argentina estuda enviar mais 200 agentes em seu grupo de 560 que desde 2004 fazem parte da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), informaram fontes oficiais citadas hoje pela imprensa argentina.

EFE |

O eventual aumento do contingente argentino atende à decisão do Conselho de Segurança da ONU de reforçar a Minustah por causa da catástrofe provocada pelo terremoto que assolou o país caribenho.

A Argentina, que enviou três aviões com ajuda para o Haiti, tem "sob análise, mas de maneira positiva", a decisão da ONU, disse o secretário de Assuntos Internacionais de Defesa, Alfredo Forti, ao jornal "Clarín".

A ONU decidiu enviar 2 mil militares e 1,5 mil policiais para reforçar o quadro de 9 mil membros da Minustah, formada por contingentes de 30 países desde 2004, explicou o funcionário argentino.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti ocorreu às 19h53 de Brasília do dia 12 de janeiro e teve epicentro a 15 quilômetros da capital, Porto Príncipe.

Pelo menos 21 brasileiros morreram na tragédia, sendo 18 militares e três civis, entre eles a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti. EFE alm/an

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG