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Argentina e EUA anunciam reuniões bilaterais de alto nível

Buenos Aires, 11 abr (EFE).- A Argentina e os Estados Unidos fecharam hoje um acordo para avançar em uma agenda de reuniões bilaterais de alto nível com a qual esperam resultados substantivos em pouco tempo depois de superar o conflito do chamado caso da mala.

EFE |

Além de fixar uma nova reunião de "alto nível" para o final de junho próximo, resolveram avançar em acordos de cooperação bilateral, informaram fontes oficiais.

As decisões foram tomadas durante a reunião que o chanceler argentino, Jorge Taiana, realizou em Buenos Aires com Tom Shannon, subsecretário dos EUA para Assuntos do Hemisfério Ocidental, que também foi assistida por outros diplomatas de ambos os países.

"Há mais trabalho para fazer (nas relações bilaterais)", declarou Shannon, destacando que os dois países têm a partir de agora "uma estrutura de contatos de alto nível com a qual podem obter resultados substantivos em pouco tempo".

"Nosso interesse é mostrar claramente a nossos líderes e também a nossos povos que a relação tem um valor importante para os dois países", ressaltou o diplomata americano a jornalistas.

Shannon, o principal interlocutor da Casa Branca com a América Latina, se reuniu nesta quinta-feira com a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, em um gesto de ambas as partes por melhorar nas relações bilaterais.

No início de ano, Argentina e EUA deram por superado o "caso da mala", depois que o embaixador Wayne explicou à presidente Cristina que o conflito não tinha "objetivos políticos" em seu país.

Shannon disse que conversou com Cristina sobre "assuntos regionais" e sobre o interesse dos EUA "em melhorar as relações" com a Venezuela, país que mantém fortes vínculos com a Argentina.

O diplomata americano, que na quinta-feira só respondeu a seis perguntas de jornalistas, também destacou o "especial interesse" da Casa Branca em ver a Argentina chegar a um acordo com o Clube de Paris para refinanciar dívidas de US$ 6,2 bilhões em moratória desde fins de 2001. EFE alm/fb

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