Argentina e Brasil buscam impulsionar integração produtiva

Buenos Aires, 17 fev (EFE).- Funcionários da Argentina e do Brasil se reunirão amanhã e sexta-feira em Buenos Aires para discutir medidas de impulso ao processo de integração produtiva entre empresas dos dois países, informaram hoje fontes oficiais.

EFE |

O passo inicial será dado pelo secretário argentino de Indústria e Comércio, Eduardo Bianchi, ao receber amanhã a delegação brasileira liderada por seu colega de Comércio Exterior, Welber Barral.

As reuniões são o resultado do estipulado entre o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Miguel Jorge, e a ministra de Indústria e Turismo argentina, Débora Giorgi, no encontro que tiveram nos primeiros dias deste mês em Buenos Aires.

Na ocasião, ambos os ministros concordaram na necessidade de acelerar e aprofundar o trabalho conjunto para desenvolver uma "real integração produtiva".

Além da reunião bilateral, concretizou-se o primeiro encontro ministerial de funcionários dos dois países, do qual participaram os chanceleres Celso Amorim e Jorge Taiana e os ministros da área econômica Guido Mantega e Amado Boudou.

Fontes da secretaria de Indústria disseram que Bianchi e Barral "se concentrarão na análise de setores industriais que possam se complementar e se integrar em uma cadeia regional".

Pelo lado brasileiro, participarão o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e coordenador pelo Brasil do Grupo de Integração Produtiva, Reginaldo Arcuri, e representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Brasil e da Câmara de Comércio Exterior.

Pelo lado argentino, participarão das reuniões os subsecretários de Política e Gestão Comercial, Eduardo Faingerch, de Indústria, Osvaldo Alonso, e de Pequena e Média Empresa, Horacio Roura.

Além disso, estarão presentes o coordenador do Grupo de Integração Produtiva, Hugo Varsky, e o diretor da Agência Nacional de Desenvolvimento de Investimentos, Javier Rando, além de representantes do Banco de la Nación e do Banco de Investimento e Comércio Exterior. EFE cw/sa

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