Árabe-israelense é acusado de tentar assassinar chefe do Exército de Israel

JERUSALÉM - Um cidadão árabe-israelense permanece detido e acusado de tramar, junto com o grupo xiita libanês Hezbollah, o assassinato do chefe do Estado-Maior do Exército de Israel, general Gabi Ashkenazi, afirma nesta segunda-feira a imprensa local.

Redação com agências internacionais |

As fontes afirma que o acusado, Rauhi Fouad Sultani, de 23 anos, foi detido pelos serviços de inteligência israelenses no início do mês, mas que a informação só foi divulgada agora por motivos de segurança.

Sultani está sendo processado por um tribunal de Haifa, no norte israelense e, segundo o sumário do caso, o jovem tramou com representantes do Hezbollah o assassinato de Ashkenazi em reunião que mantiveram em um acampamento no Marrocos.

Os representantes do grupo islâmico xiita libanês teriam entrado em contato com Sultani, após saber que o cidadão árabe-israelense se encontraria com Ashkenazi em um ginásio da localidade de Kfar Sava, perto de Tel Aviv, de onde os dois são sócios.

A comunidade árabe com nacionalidade israelense é integrada por mais de 1,5 milhão de pessoas - o que representa cerca de 20% de habitantes de Israel -, e é formada pela população que não se exilou após a criação em 1948 do Estado judeu.

* Com EFE

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