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Financial Times analisa profissionalização no Carnaval brasileiro

Uma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário econômico britânico Financial Times investiga o nível de profissionalização nas escolas de samba brasileiras e diz que elas estão descobrindo a arte da administração. O jornal comenta que, assim como os clubes de futebol, as escolas de samba são organizações sem fins lucrativos cuja diretoria, por lei, não pode ser remunerada.

BBC Brasil |

"Isso significa que eles tendem a depender mais de amor, paixão e dedicação altruísta do que de disciplina e processos", diz a reportagem.

Apesar disso, afirma o texto, "assim como muitos clubes de futebol evoluíram de instituições comunitárias para organizações com administração profissional, muitas escolas de samba estão sob pressão para melhorar seu desempenho com a introdução de ferramentas de administração desenvolvidas no mundo dos negócios".

Problemas do amadorismo
A reportagem entrevista os presidentes de duas escolas de samba de São Paulo em posições opostas - a Vai-Vai, campeã do carnaval paulistano por 15 vezes, a última delas em 2008, e a Unidos do Peruche, rebaixada para o segundo grupo por três vezes na última década, a última delas no ano passado - para basear sua tese de que a profissionalização tem efeitos positivos para as escolas.

Para o jornal, apesar de as escolas de samba contarem com a colaboração de muitos funcionários dedicados que fazem seu trabalho por amor, sem remuneração, o amadorismo pode trazer problemas.

"É difícil, por exemplo, impor a disciplina entre os diretores se eles não são pagos, o que também torna muito difícil atrair pessoas de qualidade", diz a reportagem.

O jornal relata os valores envolvidos e todo o trabalho de preparação para os desfiles anuais para dizer que "preparar um desfile de Carnaval é uma tarefa assombrosa" e que "tudo isso exige muita administração".

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