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Eu prefiro morar aqui , diz S. a peritos

O menino S.R. G, de 8 anos, cuja guarda é disputada na Justiça pelo pai, o americano David Goldman, e pelo padrasto, João Paulo Lins e Silva, disse que quer ficar no Brasil, durante uma avaliação feita por três peritas e uma assistente da União. ¿Eu prefiro morar aqui. Porque se eu for para lá eu vou começar a endoidecer. Eu quero ficar aqui com a minha irmã, com meu pai, com a minha avó, com meu avô, com meus outros avós¿, disse na avaliação feita no dia 3 de março, no Rio.

Agência Estado |

O advogado de Lins e Silva, Sérgio Tostes, acha que o depoimento do menino foi fundamental. Ele não deixou margem de dúvida de que o interesse dele é ficar no Brasil, onde está totalmente acostumado e familiarizado. Ele dizer que quer ficar no Brasil tem um peso muito grande, acredita. O advogado de Goldman no Brasil, Ricardo Zamariola, se recusou a comentar o depoimento. Para preservar a criança, disse. As duas partes envolvidas ensaiaram um acordo, mas as conversas não foram adiante.

S.R.G. viveu em New Jersey, nos EUA, com o pai e a mãe, Bruna Bianchi, até 2004. Segundo a família dela, os dois não tinham um casamento feliz. Há quatro anos, quando veio ao País, Bruna acabou ficando e conseguiu aqui a guarda do filho. Goldman pediu o cumprimento da Convenção de Haia, que determina que a guarda seja decidida no país onde a criança residia. Mas teve o pedido negado no Brasil. Em agosto do ano passado, já casada com Lins e Silva, Bruna deu à luz uma menina, mas morreu no parto. Lins e Silva conseguiu a guarda de S.R.G., mas o caso virou assunto diplomático e até foi discutido entre os presidentes Lula e Obama. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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