Após tremor, hospital já atendeu 850 feridos no Haiti

BUENOS AIRES - O hospital militar comandado pelas tropas argentinas que estão com a missão de paz da ONU no Haiti já atendeu 850 feridos após o forte terremoto desta terça-feira.

EFE |

O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas da Argentina disse em comunicado que, no hospital, o "único centro de saúde disponível em Porto Príncipe", foram feitas também 85 operações de alta complexidade.

Em parte das instalações foi habilitada como necrotério uma câmara frigorífica que normalmente é utiliza para guardar mantimentos.

Além disso, helicópteros da Força Aérea argentina transferiram nesta quarta-feira os feridos em estado mais grave para Santo Domingo, na República Dominicana.

O contingente militar argentino no Haiti, que desde 2004 integra a missão da ONU no país (Minustah), é integrado por 560 homens e mulheres, que estão em Gonaives, Saint Mart e Porto Príncipe.

O poderoso terremoto aconteceu às 19h53 de Brasília de terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, disse nesta quarta-feira que é possível haver "centenas de milhares" de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 11 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no terremoto.

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