Após telefonema de Lula, Cristina Kirchner corre para falar com Obama

BUENOS AIRES - O governo da presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, redobrou os esforços junto aos Estados Unidos para estabelecer um primeiro contato com a administração do presidente norte-americano, Barack Obama.

Ansa |


Segundo publicou nesta quinta-feira o jornal La Nación, a intensificação das ações se deve ao telefonema feito pelo norte-americano ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Trabalhamos em busca de um contato bilateral, mas enquanto não houver nada concreto, tudo permanecerá como deve ser: no mais absoluto silêncio", disse uma fonte do governo argentino ao jornal.

Embora publicamente o governo argentino tenha expressado elogios ao Brasil pelo contato, segundo o La Nación, internamente, a inquietação argentina por uma conversa entre Cristina e Obama se deve justamente por conta do país vizinho, com o qual "estaria em competitividade" e, portanto, Lula estaria um passo a frente.

Fontes do governo também indicam que Cristina enfrenta uma corrida contra o tempo, já que pretende conseguir este contato antes da reunião do G20, que acontecerá em abril em Londres, quando os dois mandatários acabariam se encontrando.

De qualquer forma, enfatiza a publicação, o primeiro contato de Obama com a América do Sul foi Lula, a quem telefonou na segunda-feira passada.

Segundo a Casa Branca, durante a conversa, Obama "enfatizou a importância de uma forte relação bilateral entre os dois países", falou sobre a crise econômica mundial e discutiu a cooperação nas áreas de meio ambiente e energia.

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