O iPad, o mais novo produto da Apple, chegou neste sábado às lojas dos Estados Unidos. O aparelho em formato de prancheta pode ser descrito como um híbrido de iPhone e laptop.

O produto, que parece um iPhone grande, pode ser usado para assistir filmes, armazenar fotografias e navegar na internet.

O modelo que foi à venda pode se conectar a internet sem fio, mas não possui tecnologia 3G, de conexão à rede por celular, e ainda não pode ser usado fora dos Estados Unidos.

Filas e críticas
Cerca de 500 pessoas esperavam em frente à loja da Apple em Nova York para comprar o produto. A loja abriu suas portas às 9h (10h no horário de Brasília).

Algumas das pessoas haviam viajado de diversas partes dos Estados Unidos e do mundo.

Em várias lojas, algumas filas foram formadas na sexta-feira, um dia antes do lançamento do iPad. Um dos fundadores da Apple, Steve Wozniak, visitou uma das filas na Califórnia na noite de sexta-feira.

Ele disse que havia encomendado seu iPad pela internet. O aparelho está sendo vendido por preços que variam entre US$ 499 e US$ 829 nos Estados Unidos (entre R$ 880 e R$ 1.460). A Apple ainda não divulgou quanto o aparelho custará em outros países.

"Será um grande sucesso entre uma parte muito pequena do público - amantes de Mac e pessoas que gostam de novidades", afirma o repórter de tecnologia da BBC, Rory Cellan-Jones.

"A grande questão é saber se há um mercado grande entre os smartphones e os laptops", afirma.

Apesar do grande entusiasmo de vários clientes do produto nas filas nos Estados Unidos, o produto já foi criticado por alguns especialistas e usuários.

Para o especialista Ian Fogg, do site Forrester, o iPad não pode ser facilmente sincronizado com aparelhos celulares e laptops.

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