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Anúncio de McCain ataca status de celebridade de Obama

Washington, 30 jul (EFE) - A campanha do senador republicano John McCain lançou hoje um anúncio que intercala imagens de Britney Spears e Paris Hilton com as do adversário democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, uma celebridade que poderia não estar à altura da Chefia da Casa Branca. O spot publicitário começa com imagens da multidão que recebeu Obama na semana passada em Berlim (Alemanha) e flashes de câmeras após os quais aparecem Britney, Paris e o senador por Illinois. É a maior celebridade mundial, diz a voz de uma narradora. Mas está preparado para liderar?, questiona.

EFE |

"Com os preços da gasolina subindo, Barack Obama diz não à prospecção petrolífera de ultramar e diz que aumentará os impostos sobre a eletricidade", continua o anúncio de 30 segundos, que conclui: "Impostos mais altos e mais petróleo estrangeiro. Esse é o verdadeiro Obama".

Steve Schmidt, encarregado do dia-a-dia da campanha de McCain, insistiu hoje nessa mensagem durante uma entrevista coletiva por telefone.

"Os americanos querem escolher a maior celebridade mundial ou um herói, alguém que é um líder, que tem as idéias adequadas para lidar de forma séria com os problemas que enfrentamos?", perguntou hoje Schmidt.

Rick Davis, o chefe da campanha de McCain, qualificou reiteradamente durante a entrevista os partidários de Obama de "fãs".

"Um homem que claramente tem fãs no mundo todo", disse Davis ao se referir a Obama, que fez seu primeiro comício político no exterior "com seus admiradores na Alemanha" e que tem "admiradores" que o adoram, destacou.

Tommy Vietor, porta-voz da campanha de Obama, lamentou em comunicado que McCain tenha voltado a recorrer à campanha de publicidade negativa pela qual é criticado pela imprensa americana.

Vietor mencionou que a dependência do petróleo estrangeiro é um dos grandes desafios enfrentados pelos EUA.

Ele ressaltou que a alternativa nestas eleições é entre alguém que quer restituir impostos às famílias e apostar em energias renováveis, como Obama, ou alguém como McCain, que procura seguir oferecendo vantagens fiscais às grandes companhias petrolíferas e investir pouco em fontes alternativas de energia. EFE tb/db

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