Anúncio das Farc de que não fará libertações é anterior a missão humanitária

PARIS - A mensagem de dois dirigentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) divulgado nesta quinta-feira à noite que não libertarão de maneira unilateral outros reféns é anterior ao início da missão humanitária da França para dar assistência médica a Ingrid Betancourt, segundo fontes francesas.

EFE |

A nota dos chefes rebeldes Rodrigo Granda, conhecido como o "chanceler" do grupo, e Jesús Santrich, do bloco Caribe da guerrilha, "foi publicada em 19 de março passado" por agências de imprensa próximas às Farc, disse hoje um diplomata francês.

"Muito antes de que se tivesse contemplado a missão humanitária atual", ressaltou a fonte.

A missão lançada esta semana por França, Espanha e Suíça, os três países "facilitadores" que há alguns anos tentam impulsionar um acordo humanitário entre as Farc e o Governo colombiano para uma troca de reféns por guerrilheiros presos, chegou ontem a Bogotá.

O objetivo da missão, segundo o Palácio do Eliseu anunciou há três dias, é entrar em contato com as Farc e conseguir acesso à franco-colombiana Betancourt, à qual o presidente francês, Nicolas Sarkozy, descreveu como "em perigo de morte iminente".

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