Andy García estreia no domingo seu 3º filme com a filha Dominik

Nova York, 24 abr (EFE).- O ator cubano radicado nos Estados Unidos Andy García, de 53 anos, e sua filha, a jovem atriz Dominik García-Lorido, de 24, estrearão domingo, no Festival de Cinema de Tribeca, o terceiro filme que fazem juntos, City Island.

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"A experiência de trabalhar com minha filha Dominik é sempre muito bonita. Este já é o terceiro filme que fazemos juntos", ressaltou hoje o consagrado ator em entrevista à Agência Efe, em Nova York, sede do festival.

Produção independente dirigida por Raymond de Felitta, "City Island" é uma comédia com nuances trágicas, em que García interpreta Vince Rizzo, um agente penitenciário que sonha em ser ator e tem que lidar com uma família com muitos segredos.

"Foi tudo muito bom e muito fácil", graças "a boa relação" que tem com a filha, disse o intérprete de clássicos como "Os Intocáveis" (1987), de Brian de Palma, e "O Poderoso Chefão 3" (1990), de Francis Ford Coppola.

Coincidência ou não, Dominik vive a filha do personagem de Andy, com quem já trabalhara com o pai em "Disputa Em Família" (1995) -com apenas 11 anos- e em "Cidade Perdida" (2005) -estreia dele como diretor.

Vivian, que ela encarna, é uma jovem estudante que trabalha como stripper sem o conhecimento dos pais para pagar a universidade.

Mesmo sendo também o produtor de "City Island", Andy García garante que a filha passou por testes com Raymond de Felitta até o diretor se convencer de que ela a atriz indicada para o papel.

"Minha filha é muito reta com essas coisas. Participou de vários testes para o papel e o ganhou", diz, orgulhoso, o ator, afirmando que jamais interferiu na decisão de sua filha de seguir seus passos.

"Eu não lhe disse que fosse atriz. Essa não é minha decisão, mas a apoio, porque não se pode dizer 'sim' ou 'não' ao sonho de um filho", filosofou o ator cubano, lembrando que seus duas filhas mais velhas (Dominik e Daniella, de 21 anos) atuam "desde que tinham cinco anos".

Além da família García, o filme tem no elenco atores consagrados, como a inglesa Emily Mortimer ("Match Point", de Woody Allen, 2006) e Alan Arkin (Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2007, por "Pequena Miss Sunshine", de Jonathan Dayton e Valerie Faris). EFE dvg/jp

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