Amsterdã quer diminuir coffeeshops e vitrines de prostituição

Bruxelas, 6 dez (EFE).- O município de Amsterdã anunciou hoje um plano para reduzir pela metade o número dos chamados coffeeshops, locais onde é permitido vender e fumar maconha, e das vitrines de prostituição em seu centro histórico, com o objetivo de conter a criminalidade.

EFE |

O Conselho Municipal pretende "transformar o centro da cidade em uma zona mais segura, mais bonita e mais habitável", segundo informa a agência de notícias "Belga".

Concretamente, o projeto planeja o fechamento de metade dos coffeeshops no centro, o que representa um corte de 17% em relação ao resto da cidade.

Fora isso, Amsterdã conservará unicamente 240 dos 482 estabelecimentos do bairro onde prostitutas se exibem em vitrines.

O município também quer reduzir o número de smart shops, estabelecimentos onde se vendem alguns tipos de drogas, salões de massagens e sex shops.

Segundo Amsterdã, a proliferação desse tipo de estabelecimento provocou uma "alta da criminalidade", já que esses negócios podem servir de disfarce para o tráfico de drogas e de mulheres e até lavagem de dinheiro. EFE rja/rr

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